Cada vez que eu podia passar um tempo, que podia passar por aquela praça daquela cidade vizinha, sobretudo á noite, percebia que sou o mesmo durante o dia, comum e corriqueiro. Não falo de alterados estados, de romantismo barato ou de nada. Quero a escrita consciente, o fato verídico de face moldada. Frio dia de ida. É evidente que quando me ponho á caminhar o que se sente é esse estado ambulatório, passos, falo de que em um determinado momento deixamos de participar desse mundo primário do que nos diz respeito á cidade. Os signos do descobrimento aleatório. As categorias lógicas de que o tempo muda. As pessoas recorrem á lugares inquietantes, galerias cobertas, igrejas sem silêncio. E que Cortazar foi um homem necessário para a humanidade. Queria poder afirmar melhor essas tais impressões. Mas tentativas não deixam de sê-las por somente elas. E por que não a barba e o cabelo te perguntam. E porque não a barba e o cabelo? Tente responder tal pergunta complexa. De não adianto. Óculos de armação laranjada e transparente em lentes enormes. Barbas no calor. As mãos em calo de caneta. Não sei estar sendo suficientemente claro. A devida carne branca se impondo aos milhares que compassivos a olha distante para nossos olhos suficientemente redondos. Olhos redondos. Os olhos das letras e das artes que nos interessa. Temos várias linguagens para vender, jovem escrivão. Grato, fico com essa. É-me mais entinta. Íntima. Amostras? Deixe ali encima da mesa, já olho, estou ocupado aqui não querendo ser estético. Não vejo espuma na sua bebida, ela escorre pelo canto da boca semi-aberta. Um livro violentamente doce golpeia minhas narinas. Ainda não lembro o nome da autora, é russa, disso me lembro, e é um livro comunista. Tem cheiro de rosas com urina. Urina feminina na face do homem, sem barba, entende, não entende, não sei mais o quê digo, chacoalhando a cabeça para afastar jogos de armar infantis. Já fomos advertidos milhares de vezes sobre o imperialismo norte-americano e a vergonha nos fez deixá-lo sucumbir aos poucos, como é de sua natureza constatada. Como quem leva uma bofetada na face e nada faz. Espera a vingança com o passar dos dias, em alerta sobre novas. Corte meu azar. Não há nada que você possa fazer com sua força, pois acho que os anos nos remetem ao número vinte e sete e não há nada que possamos fazer sobre isso sobre nada podemos. Todos querem a chave do carro caro, meu caro. Sempre o caro. O começo da estrada, a estrada começa num circo logo encima de sua cabeça, nossa descendência portuguesa não nega. E se nossas letras fossem desenhos. E desenhos fossem letras nossas. E que tais desenhos combinados gerassem histórias. Histórias de olhos redondos e de carne passada. Branca e fosca. Veias negras ou azuladas. Mais abaixo tem um coração, deixe-lhe comprar um pé de porco com cerveja quente, faço questão ele me disse. Conversamos sobre Cortazar novamente, não consigo falar de outra coisa no momento, me desculpe. Seu perfume impregna as paredes de minha consciência como uma fábula contada pela metade. Uma montanha negra de provérbios, descidos pela garganta empurrada com dialéticas baratas. Minhas baratas dialéticas. Por que tem um sino batendo, por que tem um homem correndo com sangue na camisa. Por que há campeões esbarrando em borracha, porque há metais pesados correndo em nossos pulmões. O dia de hoje não passará por essa porta, pode tentar joga-lo quantas vezes quiser. Deixo-a ir e ela volta. Seguro e ela se vai. Eu não acredito mais no quê digo, eu não sei se os convites devem chegar por carta ou telefone ou por sons de vidro da rua, a mesma rua que não me convida mais como antes. Tem som no lugar que estou, estou sozinho, estou acompanhado de milhares de gerações á minhas costas. Quem pode ser nesse dia de hoje senão nossos próprios pais afastados de diferentes tipos de escória. Nós somos as escórias. Nós somos o não ligar de ser congelado pela história. Congelado pelos atos que passam. Passam. Olho minhas mãos, seguro uma na outra, esfrego, sinto o cheiro de carne e sangue ditador, de raça maldita, sanguinária na preferência de balas, na preferência de mortes por empalamento. Não culpemos os assírios. Usamos mais. Onde uma rata se enobrece, tem bandeiras sobre-humanas e cantam hinos e alguém o prende, seu grande filho de uma puta, com uma medalha no peito. Uma região de mãos sujas, pincéis nos cabelos, meninos de dentes podres e boca arreganhada.
sábado, 8 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Prisioneiro de Guerra
Havia mais de oito antagonismos em suas cartas, ele tinha uma roupinha ridícula de marinheiro, estava deitado na mesa com um copo de vinho ordinário que movimentava tal um brinde escuso para espantar as moscas que pousavam de cócoras botando ovos em seus cabelos. Alguém se aproximou. Conheço você, eu conheço você. Qual a diferença? Diga um óla e um adeus olhando nos olhos. Seus olhos estavam tortos, descarregara toda a urina nas coxas, escorrendo até o sapato; Gritos. Levantou, equilibrou. Eu conheço você, você me conhece. O ambiente parecia ter sido tirado de uma animação de Alexander Petrov. Sentaram para tirar satisfações. Fui acordado dessas memórias por um murro na beliche. Éramos despertos sempre ás cinco para recebermos a nossa quantia diária de pão, seco, murcho, enbostiado e colorido de fungos, mas pão; As prisões da Tchecoslováquia na década de 40 para estrangeiros eram menos que cinzentas, eu era (sou?) português de Caldas da Rainha, de Leiria, cidade recente porém decente. Dê-me um beijo, que diferença faz isso, apenas me dê, nunca mais a vi. Fui receptado em minha casa. Trabalhava de funileiro na rua principal, auxiliar diria. Outra batida no beliche, vários, somavam mais de vinte. Banho geral gelado, cuidado, não podemos atropeçar por nada desse mundo. Poderíamos ser animais, eu seria um peixe, o theco um gato, o frânces prisioneiro um sapo. Gertrô, meu amigo. Roubava cigarros para trocar por comida clandestinamente. Os antagonismos de que falo são de cartas da minha mulher, tão gorda de carnes que acordo transando com a cama, ás vezes com o travesseiro e ás vezes com o membro ereto nas mãos, sem flexioná-lo, sem me masturbar, nada, apenas com ele nas mãos e os companheiros olhando com ar de reprovação, indignados. Estamos presos e não há diferenças de cores e nações. Um por semana é executado da seguinte forma: são escolhidos num jogo funesto, um jogo onde somos postos em fila da qualsete são escolhidos, geralmente os mais magros e fracos, pois não podem trabalhar, sendo obrigados a virar uma garrafa cada um, depois outra, depois outra, até o primeiro desmaiar e em consequência levar um tiro em cada perna, ainda no chão e depois uma bala firme na cabeça. Já vi casos de pessoas tão embriagadas que nem gritavam com o tiro nas pernas. Isso irritava os oficiais, que faziam questão de perfurar o corpo como um queijo suíço antes da bala fatal. Fui escolhido duas vezes, estivera doente por um período e escapei com vida, felizmente. Haviam apresentações vez ou outra de grupos circenses, escolhidos á regalia do comandante geral, coisas horríveis que eramos obrigados a ver. Havia uma sala de execução que ficava no meio do caminho do banheiro, aonde os porcalhões não recolhiam os cadáveres dos executados e ás vezes tinhamos que pisar naquela carne mole, com medo de escorregar e com os pensamentos voltados no fato que um dia poderia ser eu ali, sendo pisoteado também. Jogávamos carta vez ou outra, mas tínhamos que descartá-las nas nossas bocas quando um oficial passava. Vestia grinalda, era conhecido como Mafalda. Chamava um dos presos para ir em sua sala, quando retornava parecia abatido, mais triste. Nunca perguntávamos o quê ele ia fazer lá. Hoje tenho nacionalidade romena, álibe de refugiado, rugas no rabo. Ainda bem que aquela merda foi dividida em dois países, ainda penso enquanto reflito na latrina.
terça-feira, 28 de julho de 2009
O Abilolado (Pequeno momento cênico)
Damásio (personagem principal)
Hermínia (Puta)
Rav (O detetive)
Zenaang ( O leme)
Ed ( O herói)
Cena única
Rav - Precisamos descobrir.
Damásio - Já descobrimos.
Rav - Como dito tá aí. Ela castiga as entranhas, anhas, anhas.
Damásio - Vejo-lhe puta.
Hermínia - Olá, oi, me aparto. És lícito saberes do meu parto?
Zeenang - Sabemos.
Damásio - Saibamos... Foi de aparecer costelando ecunbrências.
Rav - Não quero rimas.
Damásio - Não ás terá. A puta que vos falo sadeifica.
Hermínia - Não sei se é lícito por o nome de Sábado.
Zeenang - Talvez.
Rav - Bom dia é bom nome.
Zeenang - Não é breve. Moto passou aqui e desejou vidro.
Rav - Não quero saber de rimas.
Zeenang - Vidro tenho.
Damásio - Envoque o nazareno.
Zeenang- Bati a cabeça.
Damásio - Sangrou? Esbareijo, por quê nos proíbem.
Hermínia - Conselhos. Castiga as entranhas, anhas, anhas. Me passou rápido.
Damásio - Sei como é.
Zeenang - Façamos não sei como. Não dá pra imaginar se servirá.
Ed- Eu vim como o outro e da minha pessoa confiarás.
Damásio - Quem és tu?
Ed - ED, O JUSTO.
Hermínia - Hoje lambisquei os seis de fadonha.
Ed - a rima é fraca, os olhos puros. Vá para o lado
Zeenang - Eba (vai para o lado)
Damásio - Oba (vai para o lado)
Rav - Leve ele, breve.
Ed- consertado ficou, consertado está. Adeus.
Damádio - E o quintal?
Ed- Chame um carpinteiro e lave-se de imediato.
FIM
domingo, 19 de julho de 2009
Postagem 111
sexta-feira, 17 de julho de 2009
A surpresa da realidade
terça-feira, 14 de julho de 2009
Márcia
terça-feira, 16 de junho de 2009
A crua Dádiva
Essa mesa está meio solta. Talvez tenha que parafusar melhor. A cadeira está meio capenga. Ou não quer suportar peso - não sei se ando gordo; devido á esta nova condição - ou são as ripas desgastadas? Da velha madeira que constitui. O papel está bem aqui. Na minha frente agora perturbável. Titilando a coloração sobre nariz. Caneta carregada de tinta preta. Vontade menos dispersa que antes. A preguiça descorroída, então discursemos... As informações que eu tenho: me ultrapassam á memória vaga. Para dois longos anos atrás. Eu andava pela rua baixa. O barulho da minha blusa. Ela chacoalhava em sutil sintonia. Com o mesmo chacoalhar feito: caixa de fósforos no bolso. Sonora enquanto um frio percorria. Os espaços de som ausente. Carne da blusa não tocava: a minha mesma longa carne. Tinha combinado encontrar uma amiga. No centro daquela pequena cidade. Caminhava lento com fronte renegada. Um carro parou perguntando direções. Expliquei sobre a procurada rua. Estava quatro quadras dele certamente. Perguntou-me mais algumas vezes mais. Dizia ser de uma cidade longínqua. Cento e quarenta quilômetros dali. Expus as quatro quadras novamente. Quando ele me interrompeu perguntando: se eu não poderia acompanhá-lo. Entrar no carro e levá-lo. Até lá, a rua pretendida. Sorri e disse que não. Firmou o argumento dizendo que: depois me levaria ao lugar. O lugar que eu iria. Assim que mostrasse a rua. Mostrei pressa, disse que não. Afirmei o lugar da rua. E me pus a caminhar. Menos de duas quadras depois (ao atravessar a rua velozmente) vi o mesmo carro contornando. Parou em minha frente brecando. Então sorrindo largo me disse: passei do lugar, não é? Nada respondi, atravessei a rua. O carro não veio mais. Respirei aliviado, livre de esquisitices. Cheguei na casa da amiga. Vi o movimento na entrada. Havia quatro pessoas, em círculo. Todos de dezessete anos cada. Ou não passando muito disso. Fumavam cigarros filtro vermelho. Baratos e os conhecia pouco. De vista eu diria melhor. Saudamo-nos e despontou minha amiga. Ficou na porta me olhando. Cumprimentou com um gesto cortês. De um quadro de Matisse. Ainda não acabado, realista então. Sabia de quem eu perguntaria. Disse sobre quem eu procurava hoje. Que estava escondida ali atrás. Na direção de um carro. Duvidei da veracidade do fato. Olhamos por uns dois minutos. Olhamos em direção ao carro. Mostrava nenhum movimento ou barulho. Achei ser brincadeira da outra. Uma menina, prima de minha amiga: foi até lá investigar, abelhenta. Ela saiu sorrindo do carro. Caçoamos da infantilidade sendo rudes. Entramos em seu quarto aromatizado. Quem esperei, ela, seu irmão. Seu quarto era todo escrito. Á caneta hidrográfica na parede. Gizes de cera e canetinhas. Recados, máximas e desenhos diversos. Desligou o computador com raiva. Disse ir tomar um banho. Precipitamos-nos até a praça central. Havia uma na pequena cidade. Conversamos um pouco, fumamos cigarro. Tenho crises de querer ir embora. Fui com sede de cerveja. Com o mesmo andar apressado. Chacoalho dos fósforos e blusa. Estava decidido a comer lanche. Tinha fome e nenhuma esperança. Pra minha surpresa encontrei lanchonetes. Duvidava estarem abertas no bairro. A praça estava vazia, feriado. Os bares fechados esperando amanhã. Mas esse bairro era rico. Tinha mais de quatro possibilidades. Na primeira já encontrei conhecidos. Fique muito feliz, havia amigos. Um que também escrevia frequentemente. Estava nesse ofício no guardanapo. Terminou com a boca suja. Suja de tomate do lanche. Mostrou com uma vontade morna: “Primeiro você se torna forte/ a mãe fumaça consome seca/ eu nunca lembro de números/e de umas boas piadas. Eu conheço um jeito narrativo/ de nadar até a cidade/ tem monte de gente nadando/ primeiro mova sua cabeça leve/ é fácil pra você né?/ se você tiver mãos, braços/ é fácil pra você querida,/ por que não tentar agora? Eu vou até o jardim/ tem vários feijões no chão/ doce, como os caminhos são/ quando vai pela primeira vez.” Elogiei, me deu o guardanapo. Por isso agora escrevo certo. Tenho certeza, a memória falharia. Pedi um copo, nova cerveja. Duas pessoas eu não conhecia. Éramos seis na mesa contando. Apresentaram-se ou me apresentaram, acho. Não me lembro muito bem. Um deles parecia muito bêbado. Puxou assunto á qualquer modo. Dizia ter um dom válido. Via cicatrizes, cicatrizes nas pessoas. Apontou pessoas diversas ao léu. Disse sobre o mais ferido: era um sujeito ali perto. Explicou a aparência da cicatriz: vinha do fim do pescoço. Até perto do umbigo, quase. Fazia uma grande curva riscada. Ela ainda sangrava muito bem. E tingia toda a camisa. Quando se levantava para ir, sair - até o banheiro, normalmente seria - sangue pingava de suas mãos. Deixando gotas no seu caminhar. As marcas dos sapatos tingidas. Tingidas de sangue no chão. A cada passo dado novamente. Ferida acabrunhada de cinco meses. Muito cutucada como ele notara. Havia sido ferido bem gravemente. Que tornava quase impossível estancamento. Ainda mais em prazo curto. Chutou dois anos e meio. Apontou dessa vez uma mulher. Na base dos cinqüenta anos. Uma cicatriz no seu ombro. Meio cinza e bem fechada. Disse sobre cada parte do corpo: Era responsável por um sentimento. “Humano”, ele me disse claramente. Quis saber melhor eu acho. Disse-me que eu não entenderia. Passou a descrever outras cicatrizes. Fechadas ou não sem diferença. Seus olhos fulguravam-se conforme falava. Passava a rodar as órbitas. Tinha sentido em suas considerações. Via como lhe saltavam feitos. Com a maior naturalidade desapercebida. Puxou um cigarro do maço. Olhou-me como quem analisa curioso. Torceu as narinas fungando-as rapidamente. Digo forçado esse pequeno sorriso. Colocou na barbicha os dedos. O polegar e o indicador juntos. Numa forma de V torto. Perguntei o quê via agora. Disse-me que não julgava ético. Pare de ababolhações, meu amigo. Tal chamativa não tirou propósito. Agora a figura não falava. Calou e conversava com outro. Tentei esquecer o assunto, certamente. Ficamos mais duas horas bebendo. Resolvemos ir para outro bar. Os diálogos se rubricaram cursando. Entendi tratar-se egoísmo a pergunta. Sua recusa valia seu dom. Não sabia como cercá-lo ligeiramente. Para minha surpresa infeliz, vi. Vi o carro do perguntador extravagante. Passava célere como quem ronda. Cutuquei o visionário de espírito. Fi-lo analisar o cara baitola. Mesmo passando rapidamente, ele enxergou. Tinha uma ferida na boca. Disse ainda quem ele era. Um dos que ele nomeava. Um “ferida rosa morna”, disse. Que buscava a ferida própria. Rimos e discursamos avenida abaixo. A situação engraçada nos aproximou. Vimos o nome em letreiro - era um estabelecimento novo dali - contamos o dinheiro e entramos. Não falamos sobre velho assunto. Durante a meia hora quase. Engolimos mais umas duas cervejas.Cada um fez um brinde. Um conhaque pediram sem hesitar (na última hora que podiam: o bar fecharia em breve). Pensei na mulher que deixara. "É assim que ela começa, amigo. Vejo em todas as pessoas: a capacidade de querer sangrar - de seu cutucar para isso. Parece-me que adoram a dor. Que a cura é evitada.Para isso temos remédios vários. Tempo, nova dor e loucura. A última me agrada mais." Agora bêbado parecia mais interessante - tentei colocá-lo para falar mais. Eu acreditava naquele sujeito, sim. Veio correndo um novo ser. Chegou até nós com armas. Duas facas grandes de cozinha. Enterrou-as no peito do médium. Ele gritou, abriu duas vaginas. Duas gigantescas vaginas profundas, curvadas. Gritou "Como minha minha ferida". Saiu correndo pra rua abaixo. O médium frio caiu ensanguentado. Tocou meu ombro e sorriu. Vi várias escoriações na cara. Não lembrava de atingí-lo ali. Vi outras, bem mais fundas. Nas pernas, nos dedos, enfim. Morreu sorrindo, despreocupado, sereno. Não vi mais suas feridas. Hoje sou outro, logo percebo - basta ver a minha maldição. Passada como carne mal passada. Crua, sêca, fria e aberta. Não sei passar, já tentei. Precisaria tocar ao morrer, será? Não me basto de perguntas. Parece-me que além de ver... ainda tomo dores emprestadas, veja. Chega de contos de cinco. Chega de debasafar capitães dirigindo. A soma de tudo basta.
